.... eu só quero mesmo dormir, abrir meus olhos de quando em vez, se a preguiça deixar. Mas hoje é dia de muito trabalho, segunda tem reunião cedo (quem marca reunião de trabalho às 7h30???).
Preciso me concentrar naquilo que pode dar certo, por mais que eu não saiba o que é.
Aliás, tem tanta coisa que não faz o menor sentido acontecendo parece mesmo que estou perdendo meu tempo. Na vitrolinha da vida escuto a voz do Siba: "toda vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar".
O tempo caminha cada dia mais rápido, tanto e tal jeito que meu relógio as vezes até pára pq não consegue acompanhar, como Siba já tinha me dito: "ouço o mundo me dizendo corra pra me acompanhar".
domingo, 12 de julho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Não tem salvação pra coisa ruim
Vou começar esse post com uma pergunta: o que o Batman está fazendo em O Exterminador do Futuro - a salvação. Confesso que estava muito curiosa pra ver o filme, muito pelo show que ouvi o Cristian Bale fazer no set de filmagem. Aliás, quase deixei de ver um bom filme pra assistir a tal película. Mas sou curiosa mesmo e boa companhia ninguem renega, eis que fui assiti-lo.
Bale lidera este quarto filme da conhecida franquia sobre robôs futurista que tramam dominar o mundo. A história acontece em 2018, um fututo arrasado, seco e sem perspectiva. Aqui os personagens lutam contra a supremacia das máquinas. Entre muitos tiros, fugas alucinadas e robôs de olhos vermelhos, os personagens vão se revelando, como o jovem Kyle Reese, interpretado por Anton Yelchin e Marcus Wright, vivido pelo desconhecido Sam Worthington.
Além dos novos nomes, figuras consagradas, como Helena Boham Carter, marcam presença neste longa. Porém, o filme não cola com um roteiro, que apesar dos trunfos, falha em diversos aspectos. Cristian Bale, que sempre considerei um bom ator, interpreta um John Connor para lá de apagado e ainda por cima com a voz do Batman. Deve ter sido culpa do carinha lá do set de filmagens, que atrapalhou a concentração do cara. Pra quem quiser ouvir, está tudo no You Tube.
É preciso dar os créditos as partes boas do longa, que tem ótimas cenas de ação e uma trilha sonora bacaninha. Mas isso é só. Se achar que vale o ingresso, arrisque. Do contrário vá assistir A Mulher Invisível que é mais negócio.
Bale lidera este quarto filme da conhecida franquia sobre robôs futurista que tramam dominar o mundo. A história acontece em 2018, um fututo arrasado, seco e sem perspectiva. Aqui os personagens lutam contra a supremacia das máquinas. Entre muitos tiros, fugas alucinadas e robôs de olhos vermelhos, os personagens vão se revelando, como o jovem Kyle Reese, interpretado por Anton Yelchin e Marcus Wright, vivido pelo desconhecido Sam Worthington.
Além dos novos nomes, figuras consagradas, como Helena Boham Carter, marcam presença neste longa. Porém, o filme não cola com um roteiro, que apesar dos trunfos, falha em diversos aspectos. Cristian Bale, que sempre considerei um bom ator, interpreta um John Connor para lá de apagado e ainda por cima com a voz do Batman. Deve ter sido culpa do carinha lá do set de filmagens, que atrapalhou a concentração do cara. Pra quem quiser ouvir, está tudo no You Tube.
É preciso dar os créditos as partes boas do longa, que tem ótimas cenas de ação e uma trilha sonora bacaninha. Mas isso é só. Se achar que vale o ingresso, arrisque. Do contrário vá assistir A Mulher Invisível que é mais negócio.
Dia D
Para comemorar as definições, retiro as teias de aranha deste blog abandonadíssimo.
Afinal, hoje tem tudo para ser um bom dia. Recebi proposta, vou jantar com o namorido, minha família vai voltar pros trilhos, tenho uma estante linda e cheia de livros, ontem almoçei com uma penca de amigos, ontem também foi dia de celebrar o amor com vermelho, meu filho está cada dia mais lindo, sou feliz e sei disso.
Afinal, hoje tem tudo para ser um bom dia. Recebi proposta, vou jantar com o namorido, minha família vai voltar pros trilhos, tenho uma estante linda e cheia de livros, ontem almoçei com uma penca de amigos, ontem também foi dia de celebrar o amor com vermelho, meu filho está cada dia mais lindo, sou feliz e sei disso.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
sábado, 20 de setembro de 2008
Me encanta, Julieta!
Estou encantada com Julieta Venegas, com sua voz miúda e deliciosamente penetrante. Me lembro a primeira vez que ouvi falar da moça, que ao lado de Lenine (sempre fantástico) arrasou entoando “Miedo”. Quando soube que a própria havia lançado seu acústico, corri atrás do blog mais próximo e baixei tudo. Faixa após faixa, Julieta se revela uma artista poderosa.
As letras são lindíssimas, românticas, mas nem de longe melosas. A exemplo de “Lento”. Em certo trecho Julieta canta: “ser delicado e esperar dar-me tempo para dar-te tudo o que tenho”. Fiquei extasiada com a versatilidade da cantora que também sabe, muito bem por sinal, como explorar uma batida mais forte, sem perder o ritmo delicado.
Todo o disco vale muito à pena e fica mais emocionante no dueto com Marisa Monte. “Ilusión” é uma composição tão fofa, que ao escutar fiquei com um largo sorriso no rosto. Há tempos não me emocionava assim com música, mas Julieta me acordou da inércia.
Aproveitando a empolgação, fucei a rede a caça de informações. A história da moça é bem interessante. Ela nasceu nos Estados Unidos, mas passou boa parte da vida no México, em Tijuana, onde aprendeu tudo sobre música. Ela toca vários instrumentos, seu preferido é o piano, porém prefere o acordeom nos shows. Julieta definitivamente é o pop que encanta!
As letras são lindíssimas, românticas, mas nem de longe melosas. A exemplo de “Lento”. Em certo trecho Julieta canta: “ser delicado e esperar dar-me tempo para dar-te tudo o que tenho”. Fiquei extasiada com a versatilidade da cantora que também sabe, muito bem por sinal, como explorar uma batida mais forte, sem perder o ritmo delicado.
Todo o disco vale muito à pena e fica mais emocionante no dueto com Marisa Monte. “Ilusión” é uma composição tão fofa, que ao escutar fiquei com um largo sorriso no rosto. Há tempos não me emocionava assim com música, mas Julieta me acordou da inércia.
Aproveitando a empolgação, fucei a rede a caça de informações. A história da moça é bem interessante. Ela nasceu nos Estados Unidos, mas passou boa parte da vida no México, em Tijuana, onde aprendeu tudo sobre música. Ela toca vários instrumentos, seu preferido é o piano, porém prefere o acordeom nos shows. Julieta definitivamente é o pop que encanta!
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